Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Defesa de influenciador que ameaçou STF e políticos pede que Corte cobre da PF conclusão das investigações

    Em novembro, Moraes manteve a prisão preventiva do influenciador Ivan Rejane Fonte Boa Pinto, acusado de veicular informações falsas sobre a atuação do Supremo

    Influenciador Ivan Rejane, preso em julho
    Influenciador Ivan Rejane, preso em julho Reprodução/redes sociais

    Gabriela Coelhoda CNN

    em Brasília

    A defesa do influenciador digital Ivan Rejane Fonte Boa Pinto, preso em julho por ameaças ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu que o ministro Alexandre de Moraes cobre da Polícia Federal (PF) a conclusão das investigações.

    Em novembro, Moraes manteve a prisão preventiva do influenciador e também determinou que a PF, no prazo de 30 dias, realizasse o depoimento de todos as pessoas identificadas que mantiveram contato com Ivan por WhatsApp, identificasse e ouvisse usuários que forneceram números em cadastro do Telegram, além de identificar os participantes do grupo “Caçadores de ratos do STF” que forneceram nome completo à rede.

    “No dia 11 de novembro de 2022, Vossa Excelência, contrariando parecer do MPF, determinou a continuidade das investigações. Vossa Excelência deu 30 dias para que a Polícia Federal cumprisse as diligências complementares. Esse prazo findou-se no dia 11 de dezembro de 2022, prorrogando-se para 12 de dezembro de 2022. É, portanto, a presente para que Vossa Excelência cobre da Polícia Federal a conclusão das investigações”, disse a defesa.

    A defesa também pediu que o ministro analise os recursos. Ivan Rejane Pinto foi preso pela Polícia Federal em 22 de julho, em Belo Horizonte, por decisão de Alexandre de Moraes, acusado de veicular informações falsas sobre a atuação da Corte. Ele chegou a resistir à prisão.

    Nas postagens em redes sociais que embasaram a detenção, o acusado fez diversos ataques a Lula, Gleisi Hoffmann (PT) e Marcelo Freixo (PSB), além de criticar ministros do STF indicados pelo PT.

    Em 13 de setembro, a defesa do influenciador bolsonarista pediu ao Supremo Tribunal Federal a revogação da prisão dele. A PGR também apresentou dois pedidos de revogação de prisão.