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    Defesa de Valdemar pedirá devolução de pepita e relógios

    Solicitação ao STF deve incluir dois relógios, anotações e a pepita de ouro encontrada na residência do dirigente partidário

    Pepita de ouro foi encontrada em imóvel do presidente do PL, Valdemar Costa Neto
    Pepita de ouro foi encontrada em imóvel do presidente do PL, Valdemar Costa Neto Reprodução

    Jussara SoaresGustavo Uribeda CNN Brasília

    A defesa do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, pedirá ao Supremo Tribunal Federal (STF) a devolução de objetos e documentos levados em operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF).

    O pedido deve ser protocolado nos próximos dias. A solicitação deve incluir a pepita de ouro, dois relógios de luxos, das marcas Bulgari e Rolex, e anotações encontradas na residência do dirigente partidário.

    A pepita pesa 39,18 gramas e vale cerca de R$ 11,7 mil. A perícia da PF já constatou que o ouro veio de um garimpo ilegal, mas a dúvida ainda é de que estado.

    O ouro, inclusive, foi levado à Universidade de São Paulo (USP), onde um perito da força policial de Brasília está realizando o trabalho de identificação.

    Os objetos e documentos foram apreendidos na manhã de 8 de fevereiro durante a operação Tempus Veritatis.

    Valdemar foi preso em flagrante pela posse do objeto de ouro e também de uma arma de fogo com registro vencido.

    Posteriormente, ele foi liberado por decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, mas cumpre medidas cautelares. Entre elas, não ter contato com investigados, como o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Os dois despacham no mesmo prédio, mas o dirigente partidário tem recebido autoridades no térreo, fora da sede nacional da legenda, para evitar um encontro com o ex-mandatário do Palácio do Planalto.

    Os advogados do político questionam a prisão. Afirmam que a arma é registrada, que a pedra apreendida tem baixo valor e não configura delito