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    Ministério da Defesa pretende abrir sindicância contra militares que se reuniram com hacker

    Segundo relatos feitos à CNN, a investigação deve começar assim que os nomes forem enviados pela Polícia Federal (PF)

    Hacker Walter Delgatti Neto presta depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, em 17 de agosto de 2023.
    Hacker Walter Delgatti Neto presta depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, em 17 de agosto de 2023. Bruno Spada/Câmara dos Deputados

    Raquel LandimGustavo Uribeda CNN

    O Ministério da Defesa prepara uma sindicância para apurar as responsabilidades dos militares que se reuniram com o hacker Walter Delgatti Neto.

    Em depoimento à CPMI do 8 de janeiro, Delgatti afirmou que esteve em cinco oportunidades na pasta e que entrou pela garagem do prédio.

    Segundo relatos feitos à CNN, a investigação deve começar assim que os nomes forem enviados pela Polícia Federal (PF).

    Na sexta-feira (18), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, enviou um ofício ao delegado-geral da Policia Federal, Andrei Rodrigues, solicitando os nomes que foram citados pelo hacker em seu depoimento.

    Delgatti disse à Polícia Federal e à CPMI do 8 de janeiro que esteve no ministério a pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para se encontrar com os militares que participavam da comissão de transparência eleitoral.

    No sábado (19), como revelou a CNN, Múcio e os comandantes das Forças Armadas estiveram reunidos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A conversa durou pouco mais de uma hora.

    Múcio garantiu a Lula que a intenção das Forças Armadas é punir militares da ativa que tenham se envolvido com uma tentativa de golpe.

    Veja também: Mauro Cid confessará e admitirá ordem de Bolsonaro, diz advogado à CNN