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    Deputados debatem aumento de 60% na quantidade de ministérios no governo Lula

    Futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que próximo governo terá 37 ministérios

    Diego MendesProduzido por Ludmila Candal e Letícia Britoda CNN

    São Paulo

    Nesta segunda-feira (18), o deputado federal e vice-líder do PT na Câmara, Zé Neto (PT-BA), e o deputado federal e vice-líder do governo na Câmara, Capitão Alberto Neto (PL-AM), debateram na CNN sobre a criação de 14 novos ministérios para o próximo governo.

    O futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou no sábado (17) que o governo Lula terá 37 ministérios, em detrimento às 23 atuais pastas do governo Jair Bolsonaro, um aumento de cerca de 60%.

    Entre os ministérios que serão recriados estão Esporte, Pesca, Transportes e Cidades. A novidade está na criação de pastas específicas, como uma dedicada aos Povos Originários e outra responsável pela Gestão Administrativa. Até o momento, apenas sete ministros foram indicados, e todos nomes próximos ou que fazem parte da base do PT, o que deixa em dúvida se a “frente ampla”, que apoiou Lula na eleição, receberá esses outros cargos.

    Segundo o Zé Neto, a recriação das pastas não trará nenhum aumento de gastos. “Rui Costa buscará a eficiência dos gastos, resultados, mais tecnologias e avanços no que diz respeito às necessidades de modernização da máquina pública”, diz.

    O petista pontou que a recriação de ministérios extinguidos na gestão Bolsonaro vai atender interesses do desenvolvimento da geração de emprego e renda no país.

    Na visão de Capitão Alberto, não é necessário aumentar o número de ministérios em 60%, porém disse que isso não é novidade. “O governo de esquerda acredita que o estado é o grande interventor e incentivador da economia”, argumenta.

    O deputado do PL defende que o Estado não pode atrapalhar o desenvolvimento do país. “Temos que desburocratizar, facilitar a vida do empreendedor, o ambiente de negócio no país. É muito difícil acreditar que com 14 ministérios a mais não vão aumentar os gastos”.