Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Dino discute com senadores da base estratégia para ser aprovado ao Supremo

    Ele teve reunião com aos menos dez senadores na terça-feira (28)

    Dino foi indicado por Lula para o STF
    Dino foi indicado por Lula para o STF Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Luciana AmaralThais Arbexda CNN

    Brasília

    O ministro da Justiça, Flávio Dino, indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reuniu, nesta terça-feira (28), com senadores da base aliada do governo para discutir a estratégia a ser adotada na Casa comandada por Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    O jantar aconteceu na casa do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), e reuniu ao menos dez senadores aliados, além do ministro da articulação política do governo, Alexandre Padilha.

    O encontro também contou com a presença da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). Embora tenha sido chamada para organizar a atuação do governo e sua base pró-Dino, a reunião deu início, na prática, ao giro que o ministro fará a fim de garantir sua aprovação.

    “Foi com os senadores que líderes e vice-líderes da base de apoio ao governo. Foi para apresentar o ministro Flávio Dino, que quase todos conhecem, mas também pra discutir a melhor abordagem com o conjunto dos demais senadores. Nessa reunião discutimos, o ministro concordou, e está à disposição de conversar e procurar todos que tenham disposição em recebê-lo”, disse Randolfe Rodrigues.

    Segundo Randolfe, Dino saiu do jantar com a perspectiva de se reunir com o líder do União Brasil, Efraim Filho (PB), na manhã desta quarta-feira (29), e com a perspectiva se reunir com a maior bancada do Senado, o PSD, daqui uma semana, no dia 6.

    Além disso, Thronicke e o senador Marcelo Castro (MDB-PI), se comprometeram a organizar, o quanto antes, encontros com as bancadas de seus partidos.

    Dino será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em 13 de dezembro. A expectativa é que a votação no plenário da Casa aconteça no mesmo dia. O ministro precisa ter o aval de 41 dos 81 senadores para poder assumir a cadeira no Supremo.

    Tópicos

    Tópicos