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    Em defesa da democracia, governadores irão a Brasília nesta segunda-feira (9)

    Chefes do Poder Executivo nos estados também irão ao Supremo Tribunal Federal

    Manifestantes bolsonaristas invadem o Congresso Nacional, na cidade de Brasília
    Manifestantes bolsonaristas invadem o Congresso Nacional, na cidade de Brasília Wallace Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo

    Basília RodriguesJulliana Lopesda CNN

    Em Brasília

    Governadores de diferentes estados brasileiros irão a Brasília nesta segunda-feira (9) para se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com representantes do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Eles querem promover um manifesto pela democracia e união das instituições contra a ação organizada de vândalos que destruíram prédios dos três poderes da República neste domingo (8).

    Em meio ao quebra-quebra em Brasília, o Fórum dos Governadores se reuniu para definir uma reação na noite deste domingo. Há preocupação de que a desordem na capital federal sirva de inspiração para criminosos em outras unidades federais também destruírem o patrimônio público.

    “O Fórum expressa toda solidariedade e apoio às medidas tomadas pelo presidente Lula e os chefes de Poderes e reafirma seu compromisso em defesa das instituições, colocando a disposição as forças de segurança nos estados para somar no restabelecimento da ordem e da paz”, afirmou a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT).

    De acordo com relatos feito à CNN, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também participou da reunião nesta noite e classificou de grave o ocorrido, com defesa de que medidas com rigor sejam adotadas.

    Nesta segunda-feira, o encontro dos governadores com Lula deverá ocorrer às 18h. Também participarão ministros de governo.

    A ida a Brasília, de acordo com o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), é também para reunião com representantes do Judiciário, o que ocorreria às 20h30 da noite. “Fiz a sugestão no grupo e os governadores serão recebidos”, afirmou Barbalho.

    A ideia também partiu do Planalto, que fez convite para os governadores, por meio da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.