Em Pernambuco, Lula venceria Flávio e Tarcísio, diz Paraná Pesquisas

Instituto entrevistou 1.502 eleitores pernambucanos entre os dias 14 e 18 de dezembro; margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos

Leticia Martins, da CNN Brasil, São Paulo
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Em Pernambuco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em uma eventual disputa pela Presidência da República. Os dados são de levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (23).

O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 18 de dezembro, com 1.502 eleitores em 61 municípios pernambucanos. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

No primeiro turno, Lula venceria o pleito com 55,5%, ante 13,6% de Tarcísio. Em terceiro lugar ficaria o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), com 9,3% (veja os resultados no gráfico abaixo).

Em um segundo cenário, contra Flávio Bolsonaro, o petista também seria amplo favorito, com 55,2% das intenções de voto, enquanto o senador teria 22,2%. Ciro também alcançaria o terceiro lugar nesta disputa, aparecendo com 7%.

Em um eventual segundo turno disputado com o governador de São Paulo, Lula venceria a eleição presidencial com 59,9%. Já Tarcísio teria 26,1%.

Na simulação com Flávio Bolsonaro, Lula terminaria com 59,5% e o filho do ex-presidente com 29,4%.

Avaliação e aprovação do governo Lula

O instituto também mediu indicadores relacionados ao atual governo de Lula.

Segundo a pesquisa, a administração federal é aprovada por 61,1% e desaprovada por 36,1% dos eleitores de Pernambuco. Os que não souberam ou não opinaram somam 2,9%.

A pesquisa também mensurou a avaliação da gestão, que considera como possibilidade de resposta as classificações "ótima", "boa", "regular", "ruim" ou "péssima".

Para 46,4%, o governo é considerado ótimo ou bom; 22,6% classificam como regular; e 29,1% avaliam como ruim ou péssimo. Outros 1,9% não souberam ou não opinaram.