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    Eleições 2022

    Entrevista de D’Avila à CNN, pesquisa Quaest e mais de 31 de agosto

    À CNN, D’Avila defendeu reformar o Supremo Tribunal Federal (STF), com fim de decisões monocráticas e transmissões ao vivo

    Candidato do Novo à Presidência, Felipe D’Avila
    Candidato do Novo à Presidência, Felipe D’Avila Reprodução/CNN

    CNN

    em São Paulo

    A entrevista do candidato do Novo à Presidência, Felipe D’Avila ao apresentador da CNN William Waack e a pesquisa Quaest para a disputa presidencial estão entre os destaques desta quarta-feira (31).

    À CNN, D’Avila defende reformar STF, com fim de decisões monocráticas e transmissões ao vivo

    O candidato do Novo à Presidência, Felipe D’Avila, afirmou que é necessário acabar com as decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal. Em entrevista ao “WW Especial: Presidenciáveis”, D’Ávila defendeu que é preciso respeitar o caráter colegiado da Corte.

    “Temos de reformar o judiciário. Primeira medida: acabar com as decisões monocráticas do Supremo. Isso é um absurdo. O Supremo em qualquer parte do mundo é um órgão colegiado. É a manifestação de um colegiado. Não o voluntarismo de uma pessoa”.

    O candidato também defendeu o fim das transmissões ao vivo de julgamentos do Supremo.

    Pesquisa Quaest para presidente: Lula tem 44%; e Bolsonaro, 32%

    Pesquisa Genial/Quaest para as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta quarta-feira (31), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 44% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%. O primeiro turno das eleições está marcado para 2 de outubro.

    Depois aparecem Ciro Gomes (PDT), com 8%, e Simone Tebet (MDB), com 3%. Pablo Marçal (Pros) e Vera Lúcia (PSTU) empatam com 1%. Outros seis candidatos não pontuaram: Felipe D’Avila (Novo), José Maria Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil).

    Dezenove ex-ministros de Lula e 17 de Bolsonaro disputam as eleições de 2022

    Comandar um ministério costuma render frutos eleitorais para seus ocupantes. Foi assim, por exemplo, com Fernando Henrique Cardoso (PSDB), eleito presidente em 1994 depois de ter sido ministro das Relações Exteriores e da Fazenda de seu antecessor, Itamar Franco.

    Dilma Rousseff (PT) se elegeu em 2010 após ter comandado os ministérios de Minas e Energias e da Casa Civil no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O trabalho em ministérios, secretarias e outros cargos técnicos no governo federal dá notoriedade, especialmente se seu resultado ganha reconhecimento público.

    Levantamento da CNN mostra que 19 ex-ministros de Lula e 17 do presidente Jair Bolsonaro (PL) estarão com seus nomes nas urnas nas eleições de outubro.

    Moraes e ministro da Defesa voltam a se reunir para discutir eleições

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, se reunirá mais uma vez com o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, nesta quarta-feira (31), para tratar das eleições de 2022. O encontro está agendado para as 10h.

    O encontro acontece oito dias após o início do diálogo entre Moraes e Nogueira, que deve insistir na necessidade de melhora da segurança do sistema eleitoral.

    Ao contrário do que ocorreu no primeiro encontro, quando apenas Moraes e o ministro da Defesa estavam presentes, dessa vez Nogueira pediu para estar acompanhado de um técnico.

    O objetivo é continuar o diálogo e chegar a alguma convergência quanto ao teste de integridade das urnas, pois este teste, na avaliação dos militares, pode aumentar a confiabilidade na exatidão do sistema, como adiantou o analista da CNN Caio Junqueira.

    Reforma da Previdência economiza 2 vezes mais que esperado em 3 anos, diz estudo

    Quase três anos após sua promulgação no Congresso Nacional, em novembro de 2019, a Reforma da Previdência já gerou uma economia para as contas públicas de mais de R$ 156 bilhões no período. Esse número é quase duas vezes maior do que o estimado inicialmente pelo Congresso, de R$ 87,34 bilhões, de 2020 a 2023.

    A conclusão é do consultor de orçamento da Câmara dos Deputados Leonardo Rolim, que presidiu o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) entre 2020 e 2021. O cálculo foi divulgado pela Folha de S. Paulo e confirmado pelo CNN Brasil Business.

    O especialista explica que parte dessa economia maior vem de estimativas mais conservadoras feitas pelo governo, algo natural, mas também da Medida Provisória (MP) 871, conhecida como “MP Antifraude”, que foi convertida na Lei 13.846/2019 pelo Congresso. A norma permitiu que o governo fizesse um pente-fino em benefícios previdenciários e assistenciais.

    “Parte dessa economia vem de outras medidas tomadas além da PEC [da Previdência], especialmente a MP 871, que inibiu fraudes. Não dá para saber quanto veio daí, mas uma parte se deve a ela, que virou lei”, disse.