Favorito no Senado, Alcolumbre registra candidatura no limite do prazo

Senador do União Brasil foi o último candidato à presidência da Casa a registrar candidatura

Emilly Behnke e Manoela Carlucci, da CNN, Brasília e São Paulo
Davi Alcolumbre  • Geraldo Magela/Agência Senado
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O senador Davi Alcolumbre (União-AP), favorito para vencer a eleição deste sábado (1º) e voltar a ser o presidente do Senado Federal, deixou para protocolar o registro da candidatura no limite do prazo.

O parlamentar poderia fazer o registro até o início do discurso do primeiro candidato durante a sessão de eleição. O início estava marcado para às 10h, mas acabou atrasando. O senador decidiu fazê-lo por volta das 10h47, já em plenário.

Os outros candidatos com quem compete, Marcos do Val (Podemos-ES), Eduardo Girão (Novo-CE), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), realizaram o protocolo ao longo da última semana.

Mesmo com um cenário de apoios já consolidado, qualquer parlamentar pode se candidatar ao cargo de presidente da Casa. São comuns as chamadas candidaturas de honra e a de "azarões" que entram na disputa mesmo sem o apoio de suas bancadas.

Alcolumbre é apoiado pelo atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e também por quase todas as siglas da Casa, do PT ao PL. Aquele que vencer a eleição, ficará no cargo por dois anos e, dentre as atribuições, está controlar a pauta das sessões, além de empossar senadores e representar interesses da Casa e do país no plenário.

“Eu estou muito feliz hoje com o fortalecimento mais ainda da democracia. Muito satisfeito com a resposta que o Parlamento está dando da pacificação e da união de partidos e de atores políticos importantes. E tenho uma convicção, o Congresso brasileiro ajudará ainda mais o Brasil", disse Alcolumbre na chegada ao Senado nesta manhã.