Flávio, Nikolas e Zema e Caiado: quem participa do ato da direita em SP

Manifestação foi realizada na Avenida Paulista, no centro de São Paulo; autoridades defendiam anistia para condenados por tentativa de golpe e impeachment de Lula e Moraes

Da CNN Brasil, São Paulo
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Políticos de direita participam na tarde deste domingo (1º) de manifestação na Avenida Paulista, no centro de São Paulo. Dentre os presentes, estão o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

O ato tem como objetivo defender o nome de Flávio para a Presidência, no lugar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além de pedir pelo impeachment de figuras como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Nomes da direita de todo o país participaram da manifestação na capital paulista, leia abaixo:

  • Flávio Bolsonaro — senador e pré-candidato à Presidência da República;
  • Silas Malafaia — pastor evangélico e líder da igreja Assembleia de Deus;
  • Nikolas Ferreira — deputado federal;
  • Bia Kicis (PL-DF) — deputada federal;
  • Izalci Lucas (PL-DF) — senador;
  • Cabo Gilberto Silva (PL-PB) — líder da Oposição na Câmara dos Deputados;
  • Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) — líder do PL (Partido Liberal) na Câmara dos Deputados
  • Marcos Pollon (PL-MS) — deputado federal;
  • Carlos Jordy (PL-RJ) — deputado federal;
  • Guilherme Derrite (PP-SP) — deputado federal;
  • Romeu Zema (Novo) — governador de Minas Gerais;
  • Ronaldo Caiado (PSD) — governador de Goiás;
  • Valdemar da Costa Neto — presidente do PL;
  • Gilson Machado — ex-ministro do governo Bolsonaro; e
  • Mário Frias — ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro.

O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), ex-ministro de Bolsonaro e alinhado à pauta da direita, não participou, em razão de agenda internacional.

Atos semelhantes foram realizados em outras capitais, como Brasília; Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador. No total, foram registradas manifestações em mais de 20 cidades pelo país.