Frente Nacional de Prefeitos elege Edvaldo Nogueira como novo presidente

Prefeito de Aracaju no quarto mandato, ele ocupará o cargo no lugar de Jonas Donizette, ex-prefeito de Campinas

Foto: Twitter/Edvaldo Nogueira

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

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A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) elegeu nesta quinta-feira (15) o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT) como novo presidente. A cerimônia de posse aconteceu de forma virtual durante a 79ª Reunião Geral da entidade. 

Ele ocupará o cargo até 2023 no lugar de Jonas Donizette, ex-prefeito de Campinas.

Nogueira, que está no quarto como prefeito, liderou uma chapa única para o cargo de presidente, tendo como 1º vice-presidente nacional o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e como 2º vice-presidente nacional o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM).

Paes, que testou positivo para Covid-19 pela segunda vez nesta quinta-feira (15), não participou virtualmente da reunião. 

Donizette classificou Nogueira como “um bom conselheiro”. “Edvaldo é uma pessoa importnate, me acompanhou de perto e foi um bom conselheiro. Vai poder compartilhar, em seu quarto mandato como prefeito, seus conhecimentos com outros prefeitos.”

Para Nogueira, a pandemia intensificou a “intolerância e potencializou o ódio e o medo”. “É nessas circunstâncias que tomamos posse e precisamos nos unir cada vez mais e darmos respostas para vencermos essa grave doença”. 

“A FNP tem sido um instrumento para organizar prefeituras e prefeitos. É preciso que a gente se una para superarmos esse grave momento. A FNP tem feito isso de forma brilhante”, destacou o presidente recém-empossado.

Nogueira destacou ainda que a FNP não tem viés político. “A Frente não é politica, não é contra A ou contra B. Somos uma frente que querer construir um novo modelo no nosso país com os municípios funcionando.”

A FNP tem coordenado com os demais prefeitos as ações de combate ao coronavírus nos municípios. Ainda nesta semana, a comitiva de gestores municipais classificou a ampliação da CPI da Covid-19 como “cortina de fumaça”. Para eles, a inclusão de estados e municípios não é um problema, mas o foco deveria ser desempenho do governo federal.

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