Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    “Inaceitável”, diz futuro ministro da Justiça após tumulto em Brasília; veja repercussão

    Integrante da equipe de transição de governo, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) classificou manifestações como antidemocráticas; presidente do Senado também criticou atos

    Focos de incêndio em Brasília após manifestações bolsonaristas
    Focos de incêndio em Brasília após manifestações bolsonaristas Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

    Da CNN Brasil

    Futuro ministro da Justiça e Segurança Pública no próximo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) usou suas redes sociais para criticar as manifestações ocorridas na noite desta segunda-feira (12) em Brasília. Houve tentativa de invasão a um prédio da Polícia Federal (PF), além de carros e ônibus queimados em diversos pontos da capital federal.

    “Inaceitáveis a depredação e a tentativa de invasão do prédio da Polícia Federal em Brasília”, disse o futuro ministro. “Ordens judiciais devem ser cumpridas pela Polícia Federal. Os que se considerarem prejudicados devem oferecer os recursos cabíveis, jamais praticar violência política”, acrescentou.

    Outros políticos ligados ao presidente eleito também se manifestaram contra os protestos ocorridos em Brasília horas depois da diplomação de Lula e de seu vice, Geraldo Alckmin (PSB).

    Integrante do grupo de transição de governo, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) classificou os atos como antidemocráticos. “O que Brasília está presenciando hoje são ações criminosas de quem não aceita a Democracia”, afirmou.

    Já o deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) chamou os manifestantes de “terroristas bolsonaristas”.

    O deputado Enio Verri (PT-PR), também integrante do grupo de transição de governo, disse que “o que os terroristas bolsonaristas estão tentando fazer hoje é criar clima de medo e intimidação”.

    Secretário Nacional de Comunicação do PT, o ex-deputado federal Jilmar Tatto (SP) afirmou que os protestos foram motivados porque “algumas pessoas não têm o bom senso de aceitar a derrota”.

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), classificou como “absurdos” os atos registrados em Brasília e atribuiu as ocorrências a “uma minoria raivosa”.

    Também integrante da equipe de transição, o deputado federal eleito Guilherme Boulos (PSOL-SP) sugeriu em postagem nas redes sociais que a resposta policial seria diferente caso os protestos fossem de grupos de esquerda.

    (Publicado por Fábio Munhoz)