Inquérito sobre disparos em massa avança no TSE
O inquérito apura a disseminação de informações fraudulentas e ataques às instituições e às urnas
O ministro Alexandre de Moraes abriu uma segunda investigação contra o presidente Jair Bolsonaro por conta da divulgação ilegal de um inquérito sigiloso da Polícia Federal nas redes sociais com o intuito de repercutir desinformação a respeito das urnas.
Porém, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já há um inquérito administrativo instaurado pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, o ministro Luis Felipe Salomão, que apura a disseminação de informações fraudulentas e ataques às instituições e às urnas.
Segundo apuração da âncora da CNN Daniela Lima, a investigação já teve andamento e tem como base a live que Bolsonaro fez no Palácio do Planalto com a estrutura da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) fazendo a transmissão.
Desta forma, o inquérito apura abuso de poder político e econômico e desvio da utilização de veículos públicos de comunicação.
Segundo integrantes do judiciário que acompanham o avanço dessa apuração, novas frentes apareceram na investigação, e uma delas diz respeito a disparos em massa de mensagens. Os investigadores estão bastante sigilosos sobre o inquérito, mas afirmam que haverá desdobramentos em breve.

(publicado por Fernanda Colavitti)