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    Lula deve fazer balanço de primeiro ano para definir mudanças ministeriais, dizem fontes

    Presidente resiste a mudança no Ministério da Defesa, mas avalia trocas pontuais na esteira da mudança no Ministério da Justiça

    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva 01/11/2023REUTERS/Adriano Machado

    Gustavo Uribeda CNN

    em Brasília

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende fazer reunião ainda neste ano com o seu núcleo mais próximo para um balanço de seu primeiro ano.

    A ideia é consultar os aliados sobre o desempenho dos ministros para definir mudanças pontuais em janeiro.

    O petista tem negado que fará uma reforma ministerial, mas programa mudanças pontuais no primeiro escalão.

    O plano é manter quem tem dado certo e trocar quem se envolveu em polêmicas ou tem deixado a desejar na condução de suas pastas.

    Segundo apurou a CNN, Lula considera que os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Marina Silva (Meio Ambiente) foram os que se destacaram nesse primeiro ano de novo governo.

    Ele também tem feito elogios aos ministros Nísia Trindade (Saúde), Carlos Fávaro (Agricultura), Paulo Pimenta (Comunicação Social) e José Múcio Monteiro (Defesa).

    O último, inclusive, teria sinalizado, de acordo com assessores do governo, a possibilidade de deixar a pasta no próximo ano. Mas o petista resiste à mudança.

    Com a saída de Flávio Dino do Ministério da Justiça, o presidente defende a manutenção de José Múcio até como uma forma de não causar instabilidade em uma segunda pasta considerada sensível.

    Nos bastidores do Palácio do Planalto, são defendidas mudanças no Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Comunicações. Lula, contudo, ainda não tomou nenhuma decisão.

    O presidente também pode incluir a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, na Esplanada dos Ministérios. Isso, no entanto, dependerá da própria petista, caso ela decida deixar o comando do partido.

    Veja também – Lula na COP28: Brasil ganha mais responsabilidade a cada ano