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    Ministro não descarta desastre em Maceió, apesar da “desaceleração” do afundamento do solo

    Waldez Góes afirma Exército pode ser acionado e ações de ajuda humanitária já estão estruturadas caso seja necessário

    Gabriela Pradoda CNN

    Brasília

    O Ministro de Desenvolvimento Regional e Integração, Waldez Góes, afirmou que a desaceleração do afundamento de solo, em Maceió (AL), é positiva, mas não é possível afirmar que um possível “desastre” está descartado.

    “Nós estamos detectando, há três dias, a desaceleração dos movimentos das duas redes (sísmica e geológica). Isso não significa que um desastre não vai acontecer. Mas é positivo para o evento ser menos drástico”, afirmou Góes ao chegar, na tarde desta segunda-feira (4), para reuniões no ministério.

    Góes deve se encontrar, ainda hoje, com o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), com o presidente do Senado em exercício, Veneziano Vital do Rego, e o Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

    O ministro reforçou que as ações de resposta e contingência de responsabilidade do governo federal estão estruturadas. “Não só com ajuda humanitária. Podemos acionar o Exército, se necessário”, comentou.

    Ele esclareceu que o governo federal está focado em atuar nas ações que são de encargo da União e não interfere nas medidas que são de responsabilidade da Braskem.

    As ações que cabem à empresa foram definidas por meio da acordos judiciais firmados entre a companhia, a prefeitura alagoana e o Ministério Público Federal (MPF).

    Na esfera cível, a Braskem fechou um acordo com o MPF em ação civil pública que resultou no reconhecimento da empresa pelos eventos.

    Uma das cláusulas do acordo diz que a Braskem “assume responsabilidade pela reparação do passivo socioambiental decorrente do fenômeno” e obriga-se a “adotar as medidas necessárias de mitigação, reparação ou compensação socioambiental”, garantindo os “recursos necessários para seu fiel cumprimento”.

    VÍDEO – Indenização da Braskem por colapso de mina está no centro de briga política

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