Ministros de Lula repercutem morte de Arlindo Cruz
O sambista estava com a saúde debilitada desde que sofreu um AVC hemorrágico em 2017

Autoridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentaram a morte do cantor, compositor e multi-instrumentista Arlindo Cruz, que faleceu nesta sexta-feira (8), aos 66 anos, no Rio de Janeiro.
Com a saúde debilitada desde que sofreu um AVC hemorrágico em 2017, o sambista vinha sendo cuidado por familiares e equipe médica.
A morte foi confirmada por meio de nota oficial divulgada pela família e equipe do artista, que destacou sua trajetória como “poeta do samba, homem de fé, generosidade e alegria”. Arlindo deixa um legado de mais de 600 composições e uma marca profunda na cultura brasileira.
A notícia gerou comoção entre ministros, que prestaram homenagens nas redes sociais.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, prestou condolências à família e declarou que Arlindo foi um compositor brilhante e "voz fundamental da nossa cultura popular.”
“Recebo com tristeza a notícia da partida de Arlindo Cruz, mestre do samba, compositor brilhante e voz fundamental da nossa cultura popular. Sua música segue viva, atravessando gerações e tocando o coração do Brasil. Meus sentimentos à família, aos amigos e à comunidade do samba”, diz a publicação no X.
Recebo com tristeza a notícia da partida de Arlindo Cruz, mestre do samba, compositor brilhante e voz fundamental da nossa cultura popular.
Sua música segue viva, atravessando gerações e tocando o coração do Brasil. Meus sentimentos à família, aos amigos e à comunidade do samba.…
— Margareth Menezes (@MargarethMnzs) August 8, 2025
Já a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, destacou que o legado musical do sambista marca pessoas negras e as periferias do país: “Arlindo, que exaltou que nosso lugar era “Madureira”, que celebrou a favela, o culto aos orixás, a liberdade religiosa, que embalou nossos domingos com sambas e pagodes inesquecíveis. Ele deixa um legado para a cultura popular brasileira, principalmente pra nós pessoas negras e negros, de favelas e periferias.”
Recebi a notícia de que nosso querido Arlindo Cruz nos deixou hoje.
Arlindo, que exaltou que nosso lugar era “Madureira”, que celebrou a favela, o culto aos orixás, a liberdade religiosa, que embalou nossos domingos com sambas e pagodes inesquecíveis.
Ele deixa um legado para…
— Anielle Franco (@aniellefranco) August 8, 2025


