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    Mourão classifica como “cinismo” fala de Pimenta sobre sistema contra cheias

    Senador sugere que ministro também responsabilize gestões petistas por problemas em Porto Alegre

    Mourão se referiu a uma declaração dada por Pimenta em entrevista ao jornalista Altamiro Borges, no canal do Youtube Barão de Itararé, no último domingo (19)
    Mourão se referiu a uma declaração dada por Pimenta em entrevista ao jornalista Altamiro Borges, no canal do Youtube Barão de Itararé, no último domingo (19) Edilson Rodrigues/Agência Senado

    Patrícia Nadirda CNN

    Brasília

    O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) criticou o ministro extraordinário para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta (PT), e classificou como “cínica” uma declaração do petista sobre as casas de bomba de Porto Alegre.

    Em entrevista recente, o ministro de Lula sugeriu que não investir no sistema contra cheias no Sul “foi uma opção” de gestões anteriores.

    “O ministro Paulo Pimenta teve o cinismo de dizer que as casas de bomba de Porto Alegre são de 1970 e que, de lá para cá, não foi feito nada. Sem citar nomes, culpou os governos Temer e Bolsonaro. O ministro deve ter memória curta, deve ter esquecido os governos Lula e Dilma, os governos Olívio e Tarso; bem como o fato de que a prefeitura de Porto Alegre esteve 16 anos, entre 1989 e 2005, nas mãos do PT”, afirmou Mourão.

    O senador se referiu a uma declaração dada por Pimenta em entrevista ao jornalista Altamiro Borges, no canal do YouTube Barão de Itararé, no último domingo (19). Na ocasião, o ministro disse:

    “Nós tivemos uma enchente maior que a de 1941, em torno de 70%. Em algumas cidades, a água passou por cima do dique, em outras, o dique rompeu. Das 23 bombas de Porto Alegre, duas funcionaram. Para fazer um comparativo. Essas bombas são dos anos 1970. Seria como se cada um de nós aqui tivéssemos um Corcel 75, uma Brasília 76. Quando estraga uma peça, não existe mais”.

    A CNN pediu a Paulo Pimenta um posicionamento sobre a declaração de Mourão, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.