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    Não vi ninguém contrário à PEC de Transição, diz relator do Orçamento para 2023

    Marcelo Castro (MDB-PI) afirmou, em entrevista à CNN, que PEC prevê aumento real do salário-mínimo

    Da CNN Brasil

    O relator do Orçamento do governo federal para 2023, Marcelo Castro (MDB-PI), afirmou que, entre seus pares com quem conversou, não “viu ninguém contrário” à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de Transição que será proposta.

    “Não posso falar pelo PL, mas, das pessoas com quem falei até agora, não vi ninguém se posicionar contrário, mesmo porque o presidente Bolsonaro prometeu a mesma coisa que o presidente Lula: manter as famílias recebendo os R$ 600“, destacou em entrevista à CNN nesta quarta-feira (9).

    “Como isso não está no Orçamento que veio para o Congresso Nacional, do qual eu sou relator, nós só temos um caminho para isso aí: aprovar uma nova PEC para excepcionalizar do Teto de Gastos essas demandas do novo governo, que são encabeçadas principalmente pelo Bolsa Família“, explicou.

    Assim, também ponderou que o pagamento do Auxílio Brasil no valor de R$ 600 aconteceu graças a uma outra PEC. “O que estamos tentando fazer na prática? Prorrogar essa PEC, essa expecionalização. Como tecnicamente não há prorrogação de PEC, temos que apresentar uma nova para produzir o mesmo efeito que está sendo produzido atualmente”, acrescentou.

    Castro avaliou ser um “ato de extrema responsabilidade”. “Além disso, o Orçamento deste ano veio com várias deficiências, com vários furos que precisam ser recompostos. Na saúde, na educação”, disse.

    O relator advertiu, porém, que, devido ao prazo curto — o Orçamento deve estar fechado, já com a PEC, no dia 17 de dezembro –, é necessário que haja consenso entre líderes, para, aí sim, dar o “start” na PEC.

    Assista à integra da entrevista acima.

    *publicado por Tiago Tortella, da CNN