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    Número 2 de Lewandowski avisa aliados que pretende ser discreto

    “Não existe o cargo de vice-ministro, a função é de secretário”, teria dito futuro secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos Neto

    Manoel Carlos de Almeida Neto, então secretário-geral do TSE, em foto de 2011
    Manoel Carlos de Almeida Neto, então secretário-geral do TSE, em foto de 2011 Carlos Humberto/SCO/STF

    Tainá Falcãoda CNN

    Brasília

    Futuro secretário-executivo do ministério da Justiça, o advogado Manoel Carlos de Almeida Neto tem dito a aliados que manterá um perfil discreto à frente da vaga.

    “Não existe o cargo de vice-ministro, a função é de secretário”, disse o advogado a uma fonte ouvida pela CNN.

    Manoel Carlos já aceitou o convite feito por Ricardo Lewandowski para substituir Ricardo Cappelli no posto de número dois do ministério a partir do dia 1º de fevereiro.

    A primeira reunião de transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública está marcada para hoje à noite.

    O encontro será no gabinete do atual ministro, Flávio Dino. Ele deve receber Lewandowski e outros integrantes da nova equipe.

    A expectativa é que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) tome posse já com boa parte do time definido.

    Além de Manoel Carlos Neto, Lewandowski convidou o nome do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Sarrubbo, para a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).