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    Pará vê perseguição, mas Planalto evita politizar operação da PF

    Nesta segunda-feira, houve operação por supostos desvios na compra de respiradores no Pará. Barbalho foi alvo

    O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB)
    O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) Foto: Marco Santos - 28.abr.2020/Agência Pará

    Igor GadelhaBasília Rodriguesda CNN

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    Desde que o governador do Rio de Janeiro, Wilson Vitzel, foi alvo de operação, o governador do Pará, Helder Barbalho, já estava esperando que chegassem no quintal dele. Nesta segunda-feira (10), houve operação por supostos desvios na compra de respiradores no Pará. Barbalho foi alvo.

    Em defesa de Barbalho, auxiliares alegam que o governo local foi vítima de um golpe ao fechar o contrato de certa de R$ 20 milhões com uma empresa que entregou respiradores sem funcionar. Faltou apenas R$ 1,8 milhão para completar o pagamento dos equipamentos.

    Esses aliados veem perseguição política porque Barbalho, que é membro do MDB, não se diz alinhado do presidente Bolsonaro. Neste ponto, fazem críticas à PF e a quem mais investiga.

    O Palácio do Planalto, por sua vez, evitou politizar a operação de hoje contra Barbalho — reação bem diferente da que o Executivo teve quando o governador Witzel, desafeto político do governo, foi alvo da PF. 

    Auxiliares de Jair Bolsonaro ressaltam que Barbalho tem uma relação “amistosa” com o Planalto e que mesmo suas críticas são direcionadas ao governo federal, e não diretamente ao presidente da República, como fazem outros governadores.

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