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    PF e CGU criam grupo de combate à corrupção

    Portaria foi assinada pelo ministro Vinícius de Carvalho e delegado Andrei Rodrigues

    Evento em comemoração ao Dia Internacional Contra a Corrupção foi realizado nesta quinta-feira (7) em Brasília
    Evento em comemoração ao Dia Internacional Contra a Corrupção foi realizado nesta quinta-feira (7) em Brasília CGU

    Elijonas Maiada CNN

    Brasília

    O ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius de Carvalho, e o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Andrei Rodrigues, assinaram, nesta quinta-feira (7), portaria conjunta que cria o Grupo Integrado CGU-PF de Enfrentamento aos Crimes de Corrupção e Desvio de Recursos Públicos no âmbito do Poder Executivo Federal.

    O acordo foi assinado durante evento em comemoração ao Dia Internacional Contra a Corrupção, em Brasília.

    “Firmamos, hoje, uma importante parceria com outra instituição que, pela sua história, sua atuação e sua solidez, se constitui como uma das mais respeitadas do Estado brasileiro: a Polícia Federal”, declarou o ministro.

    “Essa parceria reafirma nosso compromisso e laços históricos da PF com a CGU de maneira a otimizar nossos recursos visando, assim, dar mais efetividade às nossas ações. A parceria já existe e agora é robustecida”, comentou o diretor da PF.

    A expectativa, de acordo com o delegado, é também elevar o número de operações realizadas em conjunto entre a PF e a CGU.

    Na prática, o grupo integrado terá aprimoramento dos processos de investigação e sanção, articulação e coordenação da atuação dos órgãos e entidades governamentais e ações coordenadas. Para identificar e combater corrupções no governo federal ou estaduais.

    Durante o evento de assinatura do acordo, o secretário Nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho, também falou sobre a importância de dar celeridade aos processos judiciais para combater a corrupção. “É preciso que todos se atenham à questão da demora do Judiciário em julgar processos”, afirmou Botelho.

    “Cabe a nós todos — atores direta ou indiretamente ligados a essa pauta — refletirmos e fazermos propostas para que, de fato, o trabalho todo, o brilhante trabalho feito pela CGU, pela PF e pelo MPF tenha um final rápido, justo, respeitando direitos fundamentais. Mas a resposta precisa ser muito mais rápida e vamos chegar em um momento que eu posso dizer, de eficiência”, complementou o secretário.

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