Piora no quadro de saúde ocorreu um mês após Lula ser liberado de exames periódicos

No dia 10 de novembro, presidente passou por novos exames e foi liberado para viajar e dos acompanhamentos de rotina

Gabbriela Veras, Marina Demori, da CNN, Brasília
Compartilhar matéria

A piora no quadro de saúde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o levou a uma cirurgia de emergência nesta terça-feira (10), ocorreu exatamente um mês após a última ida de Lula ao Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, para exames.

No dia 10 de novembro, a equipe médica do presidente o liberou para viagens de curta distância, após os exames apontarem uma melhora em relação aos resultados anteriores.

Na ocasião, os médicos também avaliaram não ser mais necessária a realização de exames periódicos.

Desde que sofreu o acidente doméstico, no dia 19 de outubro, Lula esteve pelo menos 7 vezes no hospital para monitorar o quadro de saúde.

Linha do tempo do acidente:

  • 19/10 - Lula caí no banheiro do Palácio da Alvorada e é atendido no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Após passar por exames, o presidente recebeu alta e foi orientado a evitar viagens aéreas de longa distância;
  • 20/10 - Lula retorna ao hospital e refaz exames de imagens que apontaram estabilidade no quadro clínico;
  • 25/10 - Lula volta, pela terceira vez, ao hospital, repete exames de imagem, que apontaram estabilidade. Equipe médica reforçou, no boletim médico, que o presidente estava apto para exercer a rotina de trabalho em Brasília;
  • 31/10 - Lula repetiu a avaliação médica, com novos exames de imagem. Segundo boletim divulgado, o presidente persistia sem quaisquer sintomas.
  • 03/11 - Lula repetiu a avaliação de imagem com o mesmo resultado positivo e foi orientado a repetir os exames em uma semana.
  • 10/11 - Novos exames apontaram melhora em relação às avaliações anteriores. Lula foi orientado a manter as atividades habituais e foi liberado para viagens aéreas. Equipe médica também avaliou que não seria necessário repetir as consultas de forma periódica.