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    Pré-candidatos à Presidência falam sobre o papel do vice-presidente

    Três vices assumiram o cargo de presidente nos últimos 37 anos

    Dilma Rousseff e o então vice-presidente Michel Temer na abertura da Copa do Mundo de 2014
    Dilma Rousseff e o então vice-presidente Michel Temer na abertura da Copa do Mundo de 2014 Estadão Conteúdo

    Gabriela Ghiraldellida CNNSalma Freua

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    Os partidos vivem o período de oficialização das chapas para a eleição presidencial. Em alguns casos, a definição do/a candidato/a a vice-presidente fica para os últimos dias do prazo.

    No período da redemocratização, ou seja, nos últimos 37 anos, três vices — José Sarney, Itamar Franco e Michel Temer — chegaram ao poder no país.

    José Sarney, então no antigo PMDB – atual MDB –, assumiu a Presidência em 1985, devido à internação e a morte de Tancredo Neves, do mesmo partido. Tancredo morreu antes de ser empossado no cargo.

    Itamar Franco, na época sem partido, assumiu o papel de chefe do Executivo em 1992, quando o então presidente Fernando Collor, então no PRN, sofreu um impeachment.

    Igualmente, Michel Temer (MDB) assumiu o cargo de presidente em 2016 quando Dilma Rousseff (PT) foi alvo de um processo de impeachment.

    A CNN perguntou aos pré-candidatos à Presidência da República o que eles pensam sobre o papel do vice-presidente.

    Confira abaixo as respostas:

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Jair Bolsonaro (PL):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Ciro Gomes (PDT):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    André Janones (Avante):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Simone Tebet (MDB): 

    A pré-candidata não respondeu até o momento da publicação.

    Pablo Marçal (Pros):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Felipe d’Avila (Novo):

    O papel do vice-presidente depende muito da liberdade que ele tem no governo. Há vices inexpressivos e decorativos, mas não é o nosso caso: Tiago Mitraud tem experiência e já mostrou sua capacidade de articulação com o Congresso. Certamente terá um papel central para a aprovação das muitas reformas estruturais que o Brasil precisa.

    José Maria Eymael (DC):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Leonardo Pericles (UP):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Luciano Bivar (União Brasil):

    O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

    Sofia Manzano (PCB):

    A pré-candidata não respondeu até o momento da publicação.

    Vera Lúcia (PSTU):

    O vice-presidente tem um papel importante, pois será parte da condução do projeto político que defendemos para o Brasil.

    Para nós, a escolha do(a) vice é baseada na concordância com o programa que vamos apresentar. Bem diferente do que realiza a maioria dos partidos, que transforma a escolha do vice em moeda de negociação nas formações coligações e de cargos. Ou seja, a eles não interessa o projeto político, mas a negociata, o balcão de negócios eleitoral.

    Nós somos completamente diferentes. Nossa escolha é baseada no programa socialista e revolucionário que defendemos. Por isso, é com muito orgulho que terei como vice uma indígena, ativista da luta em defesa dos povos originários, Kunã Yporã, conhecida como também Raquel Tremembé, da etnia Tremembé, do Maranhão.

    Fotos – Os pré-candidatos à Presidência

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