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    Presidente da CPMI das Fake News quer volta de trabalhos e vai procurar Pacheco

    Comissão teve prazo congelado há quase um ano, por decisão de David Alcolumbre

    Senador Angelo Coronel (PSD-BA)
    Senador Angelo Coronel (PSD-BA) Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

    Leandro Resendeda CNN

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    Não é só a CPI da Covid-19 que pode dar dor de cabeça ao governo federal no Senado. A CPMI das Fake News, formada por deputados e senadores e suspensa desde o começo da pandemia de coronavírus, completa um ano com seus prazos “congelados”. Por isso, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) pretende conversar com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) entre hoje (19) e amanhã (20) para traçar uma estratégia de retomada dos trabalhos e evitar que a legislatura termine sem que a CPMI chegue ao fim.

    A ideia, segundo Coronel, não é dividir as atenções do Senado, mas estabelecer, desde já, um protocolo sanitário para a retomada das atividades da CPMI. Formada por um grupo maior de parlamentares que a CPI da Covid, que conta com 11 membros titulares, a CPMI das Fake News terá mais 207 dias de trabalho quando puder ser retomada.

    Em 22 de abril do ano passado, o então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) interrompeu a contagem do prazo. “Vou conversar com o Pacheco para saber como que a gente pode se preparar para essa retomada”, afirmou o parlamentar que não vê a possibilidade de retomada das sessões presenciais no Congresso em um futuro próximo. “Por isso precisamos estar prontos”, disse.

    Na lista de requerimentos para serem analisados pela CPMI estão, entre outros, os que pedem a convocação do vereador carioca Carlos Bolsonaro, do ex-ministro Sérgio Moro e do ex-diretor geral da Polícia Federal Maurício Valeixo.

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