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    Projeto que barra militares da ativa em eleições é analisado no Senado nesta quarta

    Texto proíbe que militares das Forças Armadas que saiam candidatos nas eleições continuem na ativa depois

    Pela proposta, no ato do registro da candidatura, o militar deve ser transferido para a reserva
    Pela proposta, no ato do registro da candidatura, o militar deve ser transferido para a reserva Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Lucas OliverMayara da Pazda CNN Brasília

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve analisar, nesta quarta-feira (22), a chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Militares, que muda as condições para militares da ativa serem candidatos em eleições.

    Se aprovado pelo colegiado, o texto seguirá para o plenário do Senado. É possível haver pedido de vista e que a votação não ocorra.

    O texto pretende proibir que militares das Forças Armadas da ativa que saiam candidatos nas eleições continuem na ativa depois.

    Pela proposta, no ato do registro da candidatura, o militar deve ser transferido para a reserva. Se será a reserva remunerada ou não, depende da situação do interessado dentro das Forças Armadas. Em princípio, a proposta não afeta em nada policiais e bombeiros militares.

    Embora tenha sido encampada por senadores governistas, o texto conta com apoio de integrantes da oposição.

    A ideia inicial do Palácio do Planalto era vetar os militares da ativa de assumir todo e qualquer cargo de primeiro escalão, como os cargos de ministros e secretários-executivos. No entanto, essa parte não foi incluída no texto protocolado no Senado.

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