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    Renan Calheiros diz que é preciso baixar a temperatura entre Congresso e STF

    Líder da maioria no Senado disse que conversou com alguns ministros da Corte por telefone, inclusive o presidente Luís Roberto Barroso

    Calheiros foi denunciado em 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR)
    Calheiros foi denunciado em 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) Waldemir Barreto/Agência Senado

    Gabriela Pradoda CNN

    em Brasília

    O líder da maioria no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que é preciso manter o diálogo institucional e baixar a temperatura entre Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF).

    O senador disse que conversou com alguns ministros da Corte por telefone, inclusive o presidente Luís Roberto Barroso. A CNN entrou em contato com assessoria de comunicação do Supremo Tribunal Federal, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.

    “As pessoas [congressistas e membros do governo] não estão entendendo direito o que está acontecendo. Defendo que nós temos que restaurar grupos do Senado para o diálogo com a Corte”, comentou Calheiros.

    O senador pontuou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem um ótimo trânsito entre os ministros e todas as condições para manter a institucionalidade entre os Poderes.

    Questionado se há falta de diálogo entre Congresso e governo para estancar essa crise, Calheiros afirmou que é “preciso conversar, conversar sempre”.

    Para o parlamentar, não há motivo para uma crise. “Essa história de dar direito ao silêncio em CPI, essas decisões sempre aconteceram… Sou contra fixar mandato de ministros e sou contra PEC que limita decisões monocráticas”, disse.

    Nos bastidores do Senado, a informação é que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) fez a votação relâmpago da PEC que restringe decisões monocráticas, na quarta-feira (4), para acenar aos bolsonaristas em busca de apoio para ser presidente da Casa.

    Para Calheiros, ainda está muito cedo para qualquer acordo pela disputa da presidência do Senado, que ocorrerá apenas em 2025, mas ele defende uma candidatura do seu partido.

    Veja mais: Temer diz o que pensa sobre conflito entre STF e Congresso

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