Rezende: Nomes que querem se opor a Bolsonaro em 2022 precisam se organizar
No quadro Liberdade de Opinião, Sidney Rezende avaliou o ganho político de Bolsonaro com as eleições de Arthur Lira e Rodrigo Pacheco no Congresso
No quadro Liberdade de Opinião desta quinta-feira (11), Sidney Rezende avaliou o ganho político do presidente Jair Bolsonaro com as eleições de Arthur Lira e Rodrigo Pacheco no Congresso Nacional e como isso se refletirá nas eleições de 2022.
"Rachas políticos", como o do Democratas, e a crise no PSDB com as investidas de João Doria mostram uma oposição enfraquecida. A esquerda também está apagada no Congresso e, nas eleições municipais do ano passado, o bloco perdeu espaço em regiões importantes do país.
Para Rezende, o momento da oposição se organizar para fazer frente a Bolsonaro nas próximas eleições é agora. "Os nomes que querem se opor a Jair Bolsonaro têm de quatro a seis meses a partir de hoje [para se organizarem]. (...) Bolsonaro já cercou completamente o terreno dele impedindo que outro nome da direita se fortaleça", disse o jornalista.
"Não precisa ser um nome só para enfrentar Bolsonaro, podem ser três, mas já deveriam trabalhar as articulações, definições de como será a campanha, quais os temas mais importantes", disse Sidney. "Se a oposição não conseguir canalizar para poucos nomes a sua energia, o outro lado, que é Bolsonaro, tenderá a se beneficiar", concluiu.
O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN ou seus funcionários.
(Publicado por: André Rigue)