Saúde projeta mais doses de vacinas contra Covid e ampliação da produção em 2022

De acordo com o ministro Marcelo Queiroga, há interesse, inclusive, em ampliar a produção nacional para além de AstraZeneca e da CoronaVac

Natália André, da CNN, em Brasília
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A depender do que ocorrer até o final de 2021, em relação às descobertas de necessidade de terceira dose, revacinação e também ao andamento da campanha nacional, o Ministério da Saúde pode fechar novos negócios com os laboratórios que já fornecem vacinas, como Pfizer e Janssen.

De acordo com o ministro Marcelo Queiroga, há interesse, inclusive, em ampliar a produção nacional para além de AstraZeneca, com Fiocruz, e da CoronaVac, com Instituto Butantan.

“A Pfizer tem laboratório no Brasil. Podemos tentar produzir doses da vacina aqui também. Esse é um interesse do MS”, explicou Queiroga à reportagem da CNN.

Ele e o secretário-executivo, Rodrigo Cruz, disseram que não há nenhum novo negócio fechado, ou até mesmo em andamento, mas as conversas continuam. “Estamos falando com todas que já venderam doses para nós e outras, como a Moderna”, adicionou o ministro.

Fontes da pasta disseram que a Pfizer já teria enviado novas propostas ao Ministério, para falar de atualização de preço por dose e quantidade para 2022. A Pfizer também teria reforçado a importância de se respeitar a cláusula de sigilo da negociação, que exige de ambas as partes o sigilo sobre tratativas antes do fechamento do contrato.