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    Segurança do STF e do DF se reúnem para discutir plano para 7 de Setembro

    Presidente Jair Bolsonaro (PL) tem chamado seus apoiadores para realizarem atos em todo o país no Dia da Independência

    Gabriel HirabahasiGabriela Coelhoda CNN em Brasília

    Representantes da equipe da polícia do Supremo Tribunal Federal (STF) se reuniram, nesta segunda-feira (22), com integrantes da Secretaria de Segurança Pública do Governo do Distrito Federal para discutir o planejamento de segurança para o ato de 7 de Setembro, em Brasília.

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem chamado seus apoiadores para realizarem atos em todo o país no Dia da Independência, em uma tentativa de demonstrar força política às vésperas do 1º turno das eleições.

    Segundo fontes ouvidas pela CNN, essas reuniões vêm acontecendo há meses para estabelecer um plano de segurança para o feriado nacional.

    Um dos pontos que vem sendo abordado, de acordo com as fontes, envolve a ocupação da Esplanada dos Ministérios por caminhões de apoiadores de Bolsonaro.

    No ato de 7 de Setembro do ano passado, caminhoneiros começaram a ocupar a Esplanada dos Ministérios desde a madrugada, causando receio no Supremo Tribunal Federal de que esses veículos poderiam ser usados e alguma eventual agressão contra a sede do STF.

    De acordo com uma fonte envolvida no assunto, o planejamento para este ano prevê o redirecionamento desses veículos para longe da Esplanada. Não há como impedir que esses manifestantes estejam no local, que fica nos arredores do STF, mas a ideia é encaminhá-los a outra região de Brasília mais distante do edifício-sede do Supremo.

    O STF tem reforçado, em notas divulgadas nas últimas semanas, que os servidores de segurança “têm atribuição de proteger as áreas, instalações e adjacências do tribunal, bem como garantir a segurança dos Ministros e familiares em todo território nacional”.

    “No contexto das eleições, assim como nas demais ações em que os Ministros estejam envolvidos, há um canal livre de comunicação entre as áreas especializadas de STF e TSE, com a finalidade de garantir o pleno exercício das atribuições dos magistrados”, disse o STF.