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    Segurança impede entrada de bonés com a sigla CPX na Esplanada dos Ministérios

    Agentes teriam alegado que o material faz referência a facção criminosa. Informação já foi desmentida pelo TSE em 2022

    Em visita ao Complexo do Alemão, no Rio, ex-presidente usou boné com a sigla CPX estampada
    Em visita ao Complexo do Alemão, no Rio, ex-presidente usou boné com a sigla CPX estampada Ricardo Stuckert

    Pedro Nogueirada CNN

    em Brasília

    As equipes de segurança na Esplanada dos Ministérios impediram a entrada de vendedores de bonés com a sigla CPX, que significa Complexo do Alemão.

    Policiais teriam afirmado que não é permitido o acesso ao espaço com “materiais que façam referência a facções”.

    Rene Silva, fundador do jornal Voz da Comunidade, relatou que ambulantes foram autorizados a entrar com outros materiais, como bandeiras e faixas, mas o grupo com o boné do Complexo foi barrado.

    Após o ocorrido, a produção do Festival do Futuro intermediou uma negociação e os vendedores foram autorizados a entrar na área da Esplanada.

    A Polícia Militar do Distrito Federal informou que não há nenhuma ordem específica sobre o assunto. A PM esclareceu ainda que apenas ambulantes previamente cadastrados podem ter acesso ao espaço.

    Informação falsa já foi esclarecida pelo TSE

    O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou o Complexo do Alemão em 2022, durante a campanha presidencial. À época, circulou a informação falsa de que os bonés com a sigla CPX fariam referência a uma facção criminosa.

    Uma decisão do TSE de outubro de 2022 determinou ao Twitter a retirada de mensagens de parlamentares ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os posts relatava um suposto apoio do então candidato Lula a facções criminosas e ao tráfico de drogas do Rio de Janeiro.