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    Senado tenta acelerar votação de escolha de embaixadora do Brasil na Venezuela

    Renan Calheiros (MDB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores, diz que espera aprovação do nome ainda neste ano

    Senador Renan Calheiros (MDB-AL)
    Senador Renan Calheiros (MDB-AL) Waldemir Barreto/Agência Senado

    Caio Junqueira

    Diante da escalada da tensão entre a Venezuela e a Guiana, o Senado tenta acelerar a sabatina e votação da indicada para exercer o cargo de embaixadora do Brasil em Caracas, Gilvânia Maria de Oliveira.

    A informação foi dada à CNN pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, Renan Calheiros (MDB-AL). “Se houver condições vamos tentar fazer agora”, disse Renan.

    Segundo ele, a ideia é que o nome dela seja aprovado ainda neste ano. A embaixada do Brasil em Caracas foi fechada por Jair Bolsonaro em 2020 e reaberta em janeiro deste ano pelo presidente Lula, mas funcionou em 2023 sem um embaixador.

    A Mensagem Presidencial só foi encaminhada pelo Palácio do Planalto ao Senado no dia 23 de novembro.

    No documento, o governo brasileiro menciona que “a questão do Essequibo é o principal contencioso da política externa da Venezuela”; que “o Governo brasileiro defende a solução pacífica da controvérsia bilateral entre a Venezuela e a Guiana”; e que “O Brasil recorda, a esse respeito, o compromisso dos países da região com a consolidação da América do Sul como uma zona de paz e cooperação”.

    Gilvânia hoje é diretora-geral do Instituto Rio Branco e já foi cônsul-geral em Boston (2015-2018), embaixadora no Panamá (2018-2022) e representante do Brasil como país-garante na Mesa de Diálogos pela Paz entre o governo colombiano e o Exército de Libertação Nacional (2023).