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    Senadores pró-André Mendonça cobram Davi Alcolumbre

    Há insatisfação com a baixa atividade da comissão, inicialmente justificada pela pandemia

    André Mendonça, indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo presidente Jair Bolsonaro
    André Mendonça, indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo presidente Jair Bolsonaro Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Basília Rodrigues

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    A decisão de não marcar a sabatina de André Mendonça, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), ampliou as críticas de senadores  à condução de Davi Alcolumbre (DEM-AP) na presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    Há insatisfação com a baixa atividade da comissão, inicialmente justificada pela pandemia. Nos bastidores, há quem satirize e diga que Alcolumbre decretou o lockdown da CCJ, para negociar a liberação de emendas.

    À CNN, nesta segunda-feira, o senador Esperidião Amim (PP-SC), membro titular da comissão, declarou voto favorável a Mendonça e reclamou da falta de reuniões na comissão. “Vou votar a favor de André Mendonça pelos méritos humanos e formais dele”, disse.

    Senadores do PSD devem realizar um jantar nesta semana e divulgar manifestação de apoio a André Mendonça também. Senadores do Bloco Vanguarda, que reúne DEM, PL e PSC, também se posicionaram pró-Mendonça.

    “Acho ele uma pessoa preparada, de bom trato. Se movimentos políticos do presidente atrapalham ou não, vamos acompanhar. Temos que respeitar a autonomia do presidente, seja ele quem for, nessa indicação como foi respeitada no passado”, afirmou à CNN Carlos Portinho (PL-RJ), suplente da CCJ.

    Apesar do balde de água fria, sem data para sabatina, Mendonça mantém a agenda de candidato e continuará em visitas a gabinetes no Senado nesta semana.

    Procurado pela CNN, o senador Davi Alcolumbre não se posicionou.

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