STF garante a sócio da Belcher o direito ao silêncio na CPI da Pandemia

Empresário Emanuel Catori vai depor nesta terça-feira (24)

CPI da Pandemia
CPI da Pandemia Pedro França/Agência Senado

Evandro Furonida CNN

em São Paulo

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ao empresário Emanuel Catori, sócio da Belcher, o direito de ficar em silêncio e não produzir provas contra si mesmo no depoimento à CPI da Pandemia. Catori será ouvido pelos senadores na próxima terça-feira (23).

Segundo a decisão, o empresário poderá contar com o auxílio de seu advogado, com quem poderá conversar de forma reservada. Ele também não poderá ser submetido à prisão por conta do exercício de seu direito de defesa.

Mendes ressalta que o depoente não pode  “faltar com a verdade relativamente a todos os demais questionamentos” feitos na CPI.

Catori foi convocado para esclarecer detalhes das negociações para a venda da vacina chinesa Convidecia, do laboratório Cansino, por intermediação da Belcher Farmacêutica.

 

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