Tabata Amaral e Ubiratan Sanderson debatem planos de candidatos à Presidência

Deputados federais falaram sobre atual gestão do país e das expectativas para o próximo mandato presidencial

Ludmila Candal, Vinícius Tadeu e Renata Souza, da CNN, em São Paulo
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Às vésperas do segundo turno da eleições, os deputados federais reeleitos Tabata Amaral (PSB-SP) e Ubiratan Sanderson (PL-SP) debateram na CNN nesta quinta-feira (27) as propostas do candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

Sanderson, que é vice-lider do Governo na Câmara, defendeu a reeleição de Bolsonaro, citando o primeiro mandato do atual chefe do Executivo federal.

"Enfrentamos momentos muito difíceis e superamos esses momentos todos de desafios: pandemia, guerra, crise nos cinco continentes do planeta. E o Brasil vai muito bem, obrigado. Hoje mesmo observamos um indicativo de que há o menor índice de desemprego dos últimos anos", disse.

Tabata, por outro lado, criticou a gestão do atual mandatário, que classificou como "extremista" e "insensível", e defendeu a eleição de Lula.

"Do outro lado a gente tem Lula e [Geraldo] Alckmin: pessoas que sempre governaram de forma ampla, conversando com quem pensa diferente, chamando ministros que pensam diferente para virem somar no governo. E, na figura de Lula, alguém que já passou fome, que já perdeu um ente querido em um hospital público e que sabe o poder de um ensino técnico", afirmou.

Os parlamentarem também discutiram a recuperação econômica do Brasil e a situação atual do país.

"Fala-se desse Brasil maravilhoso. Não é esse Brasil maravilhoso que eu vejo quando vou para a rua. O que eu vejo é gente que foi despejada, é gente que está passando fome, é gente que está em situação de rua", disse Tabata.

Já Sanderson citou algumas das promessas de campanha de Bolsonaro. "O salário mínimo será corrigido acima da inflação; pensões e benefícios previdenciários, também; os servidores públicos federais também terão reajustes, inclusive isso já foi colocado na LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias]."

*Assista à íntegra do debate no vídeo acima.