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    TSE deve fixar limite de gastos para candidatos a presidente em R$ 88 milhões

    Em caso de segundo turno, eles terão mais R$ 58 milhões para gastar com suas campanhas

    Fachada do prédio do TSE em Brasília
    Fachada do prédio do TSE em Brasília Antonio Augusto/Secom/TSE

    Carolina Brígidoda CNN

    em Brasília

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    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve fixar até o fim da semana limite de gastos para campanhas à presidência da República em R$ 88 milhões. No caso de haver segundo turno, o valor da nova campanha poderá ser de até R$ 58 milhões.

    Os valores correspondem aos tetos fixados na campanha de 2018, acrescidos da correção pelo IPCA desde as últimas eleições gerais até agora.

    Os limites de gastos deveriam ter sido definidos pelo Congresso Nacional um ano antes das eleições. No entanto, os parlamentares não chegaram a um acordo, e os candidatos ficaram sem a definição antecipada.

    Em dezembro do ano passado, o TSE disse que definiria o valor, mas ainda não fez isso. Ou seja, os candidatos só vão saber nesta semana quanto poderão gastar. O atraso afetou o planejamento das campanhas.

    O tribunal também deve definir o teto dos custos das campanhas para deputado federal em R$ 4 milhões e deputado estadual e distrital em R$ 1,6 milhão. Os valores a serem gastos por candidatos a governador serão definidos de acordo com o eleitorado de cada estado.

    As campanhas começam oficialmente em 15 de agosto e a prestação de contas parcial das candidaturas começa dia 13 de setembro.

    Debate

    CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.

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