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    TSE quer evitar bloqueio do Telegram por decisão judicial durante campanhas

    Justiça Eleitoral tenta firmar um acordo com o Telegram desde 2020 para evitar a disseminação de mensagens falsas

    Telegram está na mira do TSE
    Telegram está na mira do TSE Ilya Naymushin/Reuters

    Carolina Brígidoda CNN

    em Brasília

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    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, fez nesta quarta-feira (9) mais uma tentativa de contato com representantes do Telegram no Brasil. A Justiça Eleitoral tenta firmar um acordo com o Telegram desde 2020 para evitar a disseminação de mensagens falsas.

    Esse acordo já foi firmado com outras plataformas – como Facebook, Instagram, Whatsapp e Google. O Telegram nunca respondeu aos apelos do TSE.

    A preocupação do TSE é no sentido de que, nas eleições deste ano, qualquer juiz do Brasil pode mandar bloquear o aplicativo por disseminar notícias falsas, ou mensagens de ódio, como aconteceu com o Whatsapp em 2018. Para o tribunal, é mais fácil evitar uma medida traumática dessas se houver um acordo de cooperação firmado entre o aplicativo e a Justiça Eleitoral.

    Integrantes do TSE têm conversado com representantes da Alemanha para tentar aprender com eles como foi feito o entendimento com o Telegram por lá. No início do ano, o Telegram foi pressionado por autoridades alemãs e acabou bloqueando canais que disseminavam mensagens de ódio.

    Essa nova tentativa do contato do TSE com o aplicativo foi mais simbólica, no sentido de reforçar a necessidade de diálogo. Em uma reunião com servidores do TSE, técnicos da Alemanha contaram que esse bloqueio só aconteceu depois que o Telegram foi ameaçado de ter bens bloqueados dentro e fora da Europa. Por conta dessa experiência, o TSE prevê que o Telegram continue em silêncio no Brasil por enquanto.

    Debate

    A CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto pela TV e por nossas plataformas digitais.

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