Ary Mirelle desabafa sobre a fase "terrible two" do filho: "Ápice"

Influenciadora contou como enfrenta birras do primogênito, Jorge, e revelou dificuldades na rotina

Giu Aya, da CNN Brasil
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A influenciadora Ary Mirelle, 24, usou as redes sociais para desabafar sobre a fase comportamental do filho mais velho, Jorge, de 2 anos. A influenciadora contou que o menino está vivendo o chamado "terrible two", período dos 2 anos conhecido pelas birras, busca por independência e frequentes negativas aos pais.

Nos stories do Instagram, Ary compartilhou um vídeo em que Jorge aparece chorando e se recusando a sair do box do banheiro. Ao publicar as imagens, ela escreveu: "Cheguei ao ápice do terrible two."

A influenciadora explicou como tenta lidar com as crises do filho e admitiu que nem sempre é fácil manter a calma. "Na educação positiva, a mãe respira fundo, não grita de volta e só tem que entender. Às vezes eu grito - com eles não, comigo: 'Meu Deus! Eu vou endoidar!'. Aí chego nele [Jorge] e falo: 'Meu amor, levante! Ajude sua mãe, mamãe chora'."

Ary também detalhou algumas atitudes do menino durante essa fase. "Faz o que quer. Quando eu não deixo ele fazer alguma coisa, ele olha para mim com o olho maior do mundo, grita e aperta a pessoa que está perto dele. Eu sou firme até demais com a minha criança, mas é a fase. Ele entende o 'não'. Chora, mas não faz. Ele se joga no chão, se bate, bate a cabeça, grita comigo e me chama até de Aryane [nome de batismo]."

Apesar das dificuldades, ela afirmou que tem buscado aprender com a experiência para lidar melhor com o desenvolvimento do filho e também se preparar para passar pela mesma etapa com o caçula.

"Estou aprendendo, conhecendo, e vou passar de novo com Quinquinho [Joaquim]. Eu tenho que saber lidar e conduzir a situação, até para o meu próprio bem. Às vezes eu falo 'será que enlouqueço? Meu Deus, não deixa'. A pessoa tem que estar com a terapia em dia", disse.

Segundo Ary, ela procura manter uma postura firme durante as birras para não reforçar esse comportamento. "Não falo brincando nem rindo. Às vezes a gente vira para rir, mas depois volta [a ficar séria]. Ele escuta, entende e sabe que está errado, mesmo fazendo birra. Tem dias em que fico com eles sozinha, sem babá. A mãe tem que pedir ajuda a Deus o tempo inteiro."

Além de Jorge, Ary e João Gomes são pais de Joaquim, de 1 ano.

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