Irmão de Travis Kelce diz que álbum de Taylor Swift é "sombrio"

Em bate-papo no podcast "New Heights" sobre músicas de Halloween, Jason Kelce destacou um dos álbuns mais aclamados da cunhada

Mirian Sampaio, da CNN Brasil*

No mês de outubro, que é celebrado o clima de Halloween, o astro da NFL, Jason Kelce, 38, refletiu sobre canções populares dessa época durante um episódio do podcast "New Heights". O programa é apresentado por ele ao lado do irmão Travis Kelce, 37, marido da cantora Taylor Swift, 36.

Durante o episódio do podcast que foi ao ar nesta quarta (14), Jason declarou que considera "Folklore" o álbum mais sombrio de Swift.

O episódio trouxe discussões sobre sucessos musicais que trazem a atmosfera sombria e assustadora do Halloween, como "Thriller" de Michael Jackson (1982), "Monster Mash" de Bobby "Boris" Pickett & The Crypt Kickers (1962) e a música tema de "Ghostbusters" de Ray Parker Jr. (1984).

A discografia de Taylor Swift é conhecida por reunir canções em diferentes estilos e sobre temáticas diversas. Mas, durante a conversa entre os irmãos Kelce, surgiu a dúvida se a cantora teria uma canção ou álbum que combinaria com o clima de Halloween.

"A Taylor já fez alguma música de Halloween?", perguntou Jason. "Ela já se aventurou por temas assustadores, Travis?" E, então, o marido de Taylor respondeu. "Não acredito nisso, Jason."

Jason, então, refletiu sobre um álbum em específico da cantora, no qual, para ele, talvez possa transmitir esse clima, considerando-o o mais sombrio da discografia. “O 'Folklore' era como se ela estivesse na floresta”, disse ele.

O produtor do podcast, Brandon Borders, 39, carinhosamente conhecido como "Estagiário Brandon", concordou, chamando o álbum de "muito a cara do 'The Fall'", referindo-se à série de suspense psicológico lançada em 2013.

Saiba mais sobre o álbum "Folklore"

Lançado em 2020, "Folklore" de Taylor Swift marcou uma mudança na sonoridade da cantora. Gravada durante a pandemia, a obra trouxe uma abordagem mais introspectiva e folk, com canções que exploravam personagens fictícios, histórias interligadas e com narrativas melancólicas.

O projeto rendeu muitos elogios da crítica, vencendo o prêmio de "Álbum do Ano" no Grammy no ano de 2021, e outros prêmios como "Artista do Ano", "Artista Pop/Rock Feminina" e "Álbum Pop/Rock Favorito" no American Music Awards (AMAs) de 2020.

*Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil

 

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