Geisy Arruda celebra 16 anos da polêmica do vestido rosa: "Símbolo"

Influenciadora contou que faz "ritual anual" com a peça que causou polêmica em 2009

Giu Aya, da CNN Brasil
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Há 17 anos, um simples vestido rosa mudou a vida da influenciadora Geisy Arruda, 36, e marcou a memória coletiva do Brasil.

O episódio, ocorrido em 2009, dentro de uma universidade em São Bernardo do Campo, em São Paulo, começou com um ato de preconceito e acabou se transformando em um caso emblemático sobre machismo, julgamento e a liberdade das mulheres sobre os próprios corpos.

Na época, Geisy era estudante universitária e foi hostilizada por usar um vestido curto dentro da instituição. A cena ganhou repercussão nacional e foi amplamente noticiada, levantando debates sobre moralidade, machismo e os direitos das mulheres.

Quase duas décadas depois, Geisy celebra os 17 anos do ocorrido com um ensaio fotográfico especial. Ela posou ao lado do vestido original, que guarda até hoje com extremo cuidado. A peça, que continua intacta, está protegida dentro de um cofre, como um verdadeiro tesouro pessoal.

“Esse vestido é parte da minha história. Ele me lembra o quanto precisei ser forte e o quanto cresci. Guardá-lo é uma forma de honrar tudo o que vivi”, conta Geisy.

Ela revela que o vestido permanece guardado "a sete chaves", literalmente, mas que uma vez por ano o retira do cofre para fazer uma espécie de ritual emocional.

“É o meu relicário pessoal. Ele ficou conhecido por algo negativo, mas hoje representa vitória e transformação", disse a influenciadora.

No ritual anual, Geisy lava cuidadosamente o vestido e o deixa "tomar ar". O gesto é simbólico, reforçando o valor afetivo e histórico que ela atribui à peça.

E os planos para o futuro já estão definidos. Geisy revelou que pretende comemorar os 18 anos do vestido com um ensaio ainda mais ousado e simbólico, em Las Vegas.

A cidade será o palco da "maioridade" do vestido que mudou a vida da influenciadora.

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