Como escolher uma fechadura eletrônica? Veja modelos e diferenças
Dispositivos ganham espaço no mercado ao combinar praticidade e segurança, com opções que vão de senha numérica a biometria e controle pelo celular

Abrir a porta de casa sem chave deixou de ser um recurso restrito a projetos de automação residencial. Nos últimos anos, as fechaduras eletrônicas ganharam espaço no mercado brasileiro, impulsionadas pela busca por mais praticidade e segurança no dia a dia.
Com opções que funcionam por senha, biometria, aplicativo e até tag de aproximação, a expansão aparece também nos números. Após superar a marca de 1 milhão de unidades vendidas no Brasil em 2025, o mercado de fechaduras digitais segue em crescimento.
O movimento acompanha uma tendência global. Segundo a consultoria Mordor Intelligence, o mercado de fechaduras inteligentes deve alcançar US$ 6,61 bilhões até 2030. Além do crescimento do mercado, as motivações de compra também parecem ter se diversificado.
Se antes as fechaduras eletrônicas eram mais associadas à automação residencial, hoje recursos ligados à conveniência ajudam a impulsionar o interesse pela categoria. Entre eles estão funções como liberação de acessos temporários para familiares, funcionários, hóspedes ou prestadores de serviço, disponíveis em alguns modelos conectados.
No Brasil, os preços variam bastante: começam em R$ 150 nos modelos mais básicos e podem ultrapassar R$ 3 mil em versões com Wi-Fi, biometria, histórico de acessos e gerenciamento remoto pelo celular.
Para ajudar na escolha, o CNN Review reúne os principais pontos para observar antes da compra e alguns dos modelos disponíveis no mercado.
Porta, bateria e acesso: o que considerar antes da compra
A compatibilidade com a porta é um dos primeiros pontos a verificar. Cada modelo funciona dentro de uma faixa específica de espessura e pode variar conforme o material, como madeira, metal ou alumínio. Conferir as medidas antes da compra ajuda a evitar problemas na instalação.
O tipo de instalação também faz diferença. Fechaduras de sobrepor são instaladas sobre a estrutura já existente e costumam exigir menos adaptações. Já os modelos de embutir substituem a fechadura tradicional e oferecem acabamento mais discreto, mas geralmente demandam mão de obra especializada.
Também vale observar os métodos de acesso, que variam entre os modelos. Há opções apenas com senha, enquanto outras incluem biometria, aplicativo, cartão RFID e chave física de emergência. Quanto maior a conectividade, mais flexível tende a ser o gerenciamento dos acessos.



