O micro-ondas gasta muita energia? Veja modelos que prometem reduzir o consumo

Potência, capacidade e eficiência energética dos aparelhos influenciam diretamente na conta de luz

Victória Gorski, da CNN Review
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Prático, rápido e compacto, o micro-ondas se tornou um aparelho quase obrigatório na cozinha de muitos brasileiros. Permitindo esquentar, descongelar e até mesmo preparar refeições em poucos minutos, o eletrodoméstico domina o mercado por sua versatilidade para o dia a dia. No entanto, a escolha do modelo adequado pode ser essencial para evitar aquele susto na conta de luz.

Ainda que exista esse mito sobre o alto consumo do micro-ondas, a verdade é que ele acaba consumindo menos energia no fim do mês, se compararmos a outros eletrodomésticos como a geladeira ou o forno elétrico. Isso se dá pelo tempo de uso de funcionamento que, geralmente, é extremamente curto.

Ao invés de desperdiçar calor aquecendo o ar e o espaço interno como um forno convencional, ele age diretamente nas moléculas de água do alimento, esquentando a refeição em poucos minutos.

Como o consumo cobrado na conta de luz é calculado multiplicando a potência pelo tempo de uso (gerando o valor em kWh), a grande rapidez do micro-ondas compensa o seu funcionamento "forte", tornando-o uma opção muito mais econômica para o dia a dia.

Mesmo assim, para quem busca uma alta eficiência energética, o mercado oferece modelos ainda mais econômicos do que os convencionais. O segredo aqui é prestar atenção na potência, na capacidade e na tecnologia dos aparelhos.

Modelos econômicos

Para quem quer escolher um modelo realmente econômico, o segredo é simples: os micro-ondas que menos gastam energia são, consequentemente, os mais simples — ou seja, aqueles que não oferecem uma ampla variedade de funções extras, como grill ou convecção.

Se a ideia é priorizar totalmente o consumo baixo de energia, cabe optar por modelos com capacidade para até 20 litros, que consomem menos energia por uso, e potência dentro da faixa de 700W.

Enquanto esses aparelhos consomem cerca de 3,5 kWh/mês, aparelhos com 1200W ou maior potência podem chegar a 6 kWh/mês.

 

No entanto, quem busca unir economia à praticidade e versatilidade dos aparelhos pode apostar em modelos maiores e mais potentes, priorizando aqueles que oferecem tecnologias como inverter ou classificação A de eficiência energética.

Esses atributos ajudam a otimizar o consumo sem comprometer o desempenho, sendo opções mais adequadas para casas que demandam maior capacidade, especialmente em rotinas com uso frequente do aparelho.

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