Do perfume aos eletrônicos: 12 sugestões para presentear no Dia dos Namorados
Seleção inclui desde as escolhas mais tradicionais aos menos esperados; veja opções para diferentes perfis a partir de R$ 100

O Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho no Brasil, costuma vir acompanhado da mesma dúvida: afinal, o que dar de presente? Entre quem quer fugir do óbvio, equilibrar o orçamento ou ainda não decidiu o que comprar, encontrar algo alinhado ao estilo da pessoa amada nem sempre é simples.
E não é por falta de procura. Neste ano, a data deve movimentar cerca de R$ 22 bilhões no varejo brasileiro, segundo levantamento da CNDL e do SPC Brasil. A expectativa é de que aproximadamente 93 milhões de consumidores vão às compras, com tíquete médio estimado em R$ 238, impulsionando desde itens tradicionais até escolhas mais personalizadas.
Perfumes, cosméticos, tecnologia e experiências seguem entre os itens mais procurados. Mas, para quem considera flores e chocolates previsíveis demais - ou sente que eles simplesmente não combinam com o perfil do casal -, há espaço para escolhas mais originais e inesperadas.
Pensando nisso, reunimos abaixo sugestões para diferentes perfis, de quem gosta de fragrâncias marcantes a parceiros apaixonados por tecnologia, leitura e outros interesses. Confira.
Perfumes para presentear




Tecnologia para surpreender no presente




Para os leitores apaixonados




Como nasceu o Dia dos Namorados no Brasil?
Ao contrário de muitos países, onde a celebração dos casais acontece em fevereiro, o Dia dos Namorados no Brasil é comemorado em 12 de junho por um motivo comercial. A data foi criada em 1948, pelo publicitário João Dória (pai do ex-governador João Doria Jr.), a pedido de lojistas que buscavam aquecer as vendas em junho, um mês considerado fraco para o varejo.
A escolha da véspera do Dia de Santo Antônio, conhecido popularmente como o “santo casamenteiro”, ajudou a aproximar a data do imaginário romântico. Com campanhas publicitárias e o apelo afetivo do período, a celebração ganhou força ao longo das décadas e se consolidou como uma das principais datas do calendário do comércio brasileiro, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.