Brasil confirma 4.075 casos e 263 mortes por Covid-19 em 24 horas


Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
04 de maio de 2020 às 16:39 | Atualizado 04 de maio de 2020 às 21:43
Boletim Coronavírus

Durante a pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Saúde divulga diariamente um boletim epidemiológico, com atualização sobre o panorama da COVID-19 no país

Foto: Anderson Riedel/PR

O Brasil confirmou 263 mortes e 4.075 novos casos de COVID-19 em 24 horas, entre domingo (3) e segunda-feira (4), segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde.

Posteriormente, o governo federal divulgou um boletim diário, em um novo procedimento de duas confirmações. Pelo novo consolidado do dia, o Brasil contabiliza 107.180 casos e 7.321 mortes.

O estado com o maior número de casos é São Paulo, com 32.187 casos e 2.654 mortes. Na sequência, aparecem o Rio de Janeiro (11.721 casos e 1.065 mortes), Pernambuco (8.863 casos e 691 mortes), Ceará (8.501 casos e 691 mortes) e o Amazonas (7.313 casos e 585 mortes).

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Em relação à incidência média de casos, o estado com a maior proporção de registros é o Amapá, com 2.049 casos por milhão de habitantes, seguido do Amazonas (1.764 casos/milhão) e de Roraima (1.331 casos/milhão)

Em relação à incidência média de mortes, o estado com a maior proporção de registros é o Amazonas, com 141 mortes a cada um milhão de habitantes, seguido do Ceará (76 mortes/milhão), Pernambuco (72 mortes/milhão), Rio de Janeiro (62 mortes/milhão), Amapá e São Paulo (58 mortes/milhão cada).

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 45.815 pessoas já recuperadas. Outras 52.119 pessoas seguem em acompanhamento.

Boletim Coronavírus - 04/05

Boletim Coronavírus - 04/05

Foto: Ministério da Saúde

Metodologia

Os números divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde refletem os casos registrados nas 24 horas anteriores pelas secretarias estaduais de Saúde, independentemente da data em que tenham ocorrido. Estimativas recentes mostraram que mortes chegam a levar mais de um mês para serem inseridas.

Oscilações nos números também são influenciadas por outros dois fatores: a capacidade de testagem e a própria rotina de trabalho das secretarias. De acordo com a pasta, os números podem ser influenciados pela resolução concentrada de diagnósticos e por feriados e finais de semana, que influenciam a equipe disponível para que as secretarias processem as informações.