Brasil bate recorde de novos casos de Covid-19; mortes chegam a 14.817

São 15.305 casos confirmados ao longo do dia, totalizando 218.223 diagnósticos. País confirmou 824 vítimas fatais do novo coronavírus nas últimas 24 horas

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
15 de maio de 2020 às 19:12 | Atualizado 15 de maio de 2020 às 19:30
Ilustração do novo coronavírus
Ilustração do novo coronavírus
Foto: CDC

O Brasil registrou, no boletim divulgado nesta sexta-feira (15), novo recorde diário de novos casos de Covid-19 no país.

São 15.305 casos confirmados ao longo do dia, elevando o total para 218.223 diagnósticos. O Brasil segue como o 6º país no número de casos e mortes no mundo, segundo a Universidade Johns Hopkins.

No mesmo boletim, o Ministério da Saúde informa a confirmação de 824 novas mortes, totalizando 14.817 óbitos relacionados à Covid-19 no país.

Os casos contabilizados de um dia para o outro não necessariamente ocorreram nas 24 horas anteriores, já que os resultados de testes podem demorar dias ou até semanas para chegar. Outras 2.300 mortes ainda estão sendo investigadas para possível relação com o novo coronavírus.

De acordo com o balanço do governo federal, 84.970 brasileiros já estão recuperados da doença. Outros 118.436 estão em acompanhamento.

O estado com o maior número de casos é São Paulo, que tem 58.378 casos confirmados e 4.501 mortes. Se São Paulo fosse um país, seria o 15º no mundo com mais casos confirmados da doença. Passando países como Bélgica, Arábia Saudita, Holanda e México.

Na sequência, aparecem Ceará (22.490 casos e 1.476 mortes), Rio de Janeiro (19.987 casos e 2.438 mortes), Amazonas (18.392 casos e 1.331 mortes) e Pernambuco (16.209 casos e 1.381 mortes).

Boletim Coronavírus - 15/05
Boletim Coronavírus - 15/05
Foto: Ministério da Saúde

Metodologia

Os números divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde refletem os casos registrados entre os boletins pelas secretarias estaduais de Saúde, independentemente da data em que tenham ocorrido. Oscilações nos números também são influenciadas por outros dois fatores: a capacidade de testagem e a própria rotina de trabalho das secretarias.

De acordo com o ministério, os números podem ser influenciados pela resolução concentrada de diagnósticos e por feriados e finais de semana, que afetam a equipe disponível para que as secretarias processem as informações.