Vacina será distribuída para as 92 cidades do Rio de Janeiro nesta terça-feira

A primeira caixa com o imunizante chegou ao centro de distribuição da Secretaria Estadual de Saúde em Niterói por volta das 18h desta segunda-feira (18)

Por Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro
18 de janeiro de 2021 às 19:51 | Atualizado 19 de janeiro de 2021 às 15:10

 

As polícias Civil, Militar, Rodoviária e Federal foram envolvidas na operação de escolta das doses da Coronavac que seguirão para as 92 cidades do Rio de Janeiro. A primeira caixa com o imunizante chegou ao centro de distribuição da Secretaria Estadual de Saúde em Niterói por volta das 18h desta segunda-feira (18). 

Na primeira remessa foram levadas ao estado, em um jatinho particular que o governo do Rio de Janeiro emprestou de um suplente de senador, 24 mil doses.

De uma das caixas foram extraídas apenas duas doses para a cerimônia simbólica realizada no Cristo Redentor. 



A técnica de enfermagem Dulcinéia da Silva Lopes, 54 anos e Teresinha da conceição, 80 anos: as duas primeiras vacinadas no Rio de Janeiro (18.jan.2021)
Foto: CNN Brasil

 


 O Rio de Janeiro tem direito a 487,2 mil doses da Coronavac. Elas são transportadas em caixas térmicas maiores, que têm, cada uma, 2.400 doses cada, que ficam armazenadas em caixas pequenas com 20 doses cada.

Só nesta terça-feira (19) as cidades receberão as primeiras remessas simultaneamente. “Varre-sai tem o mesmo direito que Niterói, que tem o mesmo direito que o Rio de Janeiro, que tem o mesmo direito que todos”. O SUS é equânime”, disse à CNN o secretário estadual de saúde, Carlos Chaves.

Cidades a até 40 quilômetros de Niterói terão transporte terrestre. Helicópteros também serão acionados para o transporte para cidades mais distantes. “A distribuição vai ser total, não vai ter nada de reserva”. 

Depois dos primeiros problemas para transportar as doses, o secretário garantiu que os planos não terão novos obstáculos. “Sem chance [de dar errado]. Pode ficar tranquilo. Eu não engano”, disse Chaves.

Ele ainda afirmou que o governo estuda um sistema de controle, como um site aos moldes de São Paulo, para fazer o cadastro e controle dos vacinados.