Com 1.699 vítimas em 24h, Brasil ultrapassa 260 mil mortes por Covid-19

Número desta quinta-feira é o segundo maior desde o início da pandemia; 260.970 brasileiros perderam a vida para a doença causada pelo novo coronavírus

Anna Satie, da CNN em São Paulo
04 de março de 2021 às 18:44 | Atualizado 04 de março de 2021 às 19:10

Com 1.699 vítimas confirmadas nas últimas 24 horas, o Brasil ultrapassou nesta quinta-feira (4) a marca de 260 mil mortes por Covid-19

Ao todo, 260.970 brasileiros perderam a vida para a doença causada pelo novo coronavírus —o segundo maior total em todo o mundo, atrás somente dos Estados Unidos. 

O número de óbitos registrado nesta quinta é o segundo maior desde o início da pandemia. A cifra é menor apenas que a verificada nesta quarta-feira (3), quando 1.910 novas mortes entraram na contagem. 

O total de novos casos também foi o segundo mais alto, de 75.102. O recorde foi em 7 de janeiro, quando 87.843 diagnósticos foram reportados.

Com a atualização, o país acumula 10.793.732 infecções. 

Enterro de vítima da Covid-19 em cemitério de Manaus
Enterro de vítima da Covid-19 em cemitério de Manaus
Foto: Bruno Kelly/Reuters (17.jan.2021)

 O número de internações de crianças com a Covid-19 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) vem aumentando nos hospitais públicos e privados de São Paulo. 

O setor de pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein internou desde o início da pandemia 80 crianças. Apenas uma precisou de intubação. A média mensal de internações chega a quatro, mas logo depois do período de festas de fim de ano, entre dezembro e janeiro, o hospital dobrou a taxa de ocupação de leitos em UTI.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas para conter o vírus no país. 

“Vocês, produtores rurais, não ficaram em casa, não se acovardaram. Temos que enfrentar nossos problemas. Chega de frescura e mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, afirmou o presidente, em cerimônia de inauguração de trecho da ferrovia Norte-Sul, na cidade de São Simão, em Goiás.

(*Com informações de Alisson Negrini, da CNN em São Paulo)