País chega a 440 mil mortos pela pandemia após registro de 2.641 óbitos em 24 h

No total, Brasil tem 441.691 mortes e 15.812.055 de infectados pela Covid-19

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo
19 de maio de 2021 às 17:55 | Atualizado 20 de maio de 2021 às 00:46

 

O Brasil registrou 2.641 mortes e 79.219 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 h, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados nesta quarta-feira (19). Com a atualização dos números, o país passa a marca das 440 mil mortes causadas pelo novo coronavírus. 

Já são 15.812.055 infectados e 441.691 mortes desde o início da pandemia de Covid-19 no país, em março de 2020. Os números levam o Brasil à segunda colocação entre as nações com mais mortes pela doença, atrás apenas dos EUA.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, em número de infectados, o Brasil ocupa a terceira colocação mundial, atrás apenas dos EUA e da Índia.

Em âmbito nacional, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná continuam sendo os mais afetados pela pandemia, todos os citados já alcançaram a marca de 1 milhão de infectados pela Covid-19.

São Paulo lidera o ranking brasileiro com 3,1 milhões de contaminações e mais de 105 mil mortes pelo novo coronavírus.

Vacinação no estado mais afetado

O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (19) que pessoas com 55 a 59 anos poderão ser vacinadas contra a Covid-19 a partir de 1º de julho.

De acordo com o governador João Doria, o estado planeja finalizar plenamente a vacinação de pessoas com deficiência permanente e comorbidades no mês de junho. 

Os profissionais da educação de 18 a 46 anos também serão vacinados entre os dias 21 e 31 de julho, para a volta às aulas no segundo semestre.

As vacinas contra a Covid-19 garantem proteção porque previnem a doença, especialmente nas formas graves, reduzindo as chances de morte e internações.

Embora não impeçam o contágio e nem a transmissão do vírus, a vacinação é essencial, já que induz o sistema de defesa do corpo a produzir imunidade contra o coronavírus pela ação de anticorpos específicos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Profissional de saúde prepara dose da vacina contra Covid-19 em Suzano, São Paulo
Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo