Painel da Vacina: Brasil vai a 64º no ranking global e é 4º no total de doses

País já aplicou 65 milhões de vacinas contra a Covid-19; são 30,73 doses aplicadas a cada 100 habitantes

Julyanne Jucá e Vital Neto, da CNN, em São Paulo
27 de maio de 2021 às 14:25
Vacinação contra o coronavírus em Botucatu, interior de São Paulo
Vacinação contra o coronavírus em Botucatu, interior de São Paulo
Foto: Vitor Orsola/Uai Foto/Estadão Conteúdo

O Brasil caiu uma posição e é o 64º no ranking global de aplicação de doses da vacina contra a Covid-19 nesta quinta-feira (27), na relação a cada 100 habitantes. O país, que iniciou a vacinação há quatro meses, já esteve na 56ª posição desse ranking, ocupou a 61ª posição e, nos últimos dias, estava em 63º. 

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país continua em 10º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 30,73 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

O Reino Unido segue na liderança da lista, com 91,31. Os Estados Unidos estão em segundo, com 86,48. O Canadá fica na terceira posição (58,13), seguido pela Alemanha (56,52), Itália (53,54) e França (49,85).

A China (39,37) está em 7º lugar, seguida pela Arábia Saudita, com 38,49 doses da vacina contra a Covid-19 aplicadas a cada 100 habitantes. A Turquia aparece na sequência, com 33,74.

Painel da Vacina mostra posição do Brasil no ranking global da vacinação contra a Covid-19
Foto: CNN

Considerando os números absolutos da vacinação, a China continua com a liderança do ranking, com 566,7 milhões de doses já aplicadas. Os Estados Unidos ficam em segundo lugar, com 289,2 milhões de doses aplicadas.

Na sequência, aparece a Índia, com 198,4 milhões de doses aplicadas. O Brasil permanece em quarto lugar, com 65 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. 

O Reino Unido permanece na 5ª posição, com 61,9 milhões de doses aplicadas em números absolutos. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.