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    Bolsonaro está se precipitando, avalia Rezende sobre spray nasal para Covid-19

    Medicamento é a ser a nova aposta do governo federal para tentar conter a pandemia do novo coronavírus

    Da CNN, em São Paulo

     

    No quadro Liberdade de Opinião desta terça-feira (15), o comentarista Sidney Rezende falou sobre o spray nasal desenvolvido em Israel ser a nova aposta do governo federal para tentar conter a pandemia de Covid-19.

    Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que nos próximos dias a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve receber um pedido para uso emergencial do medicamento.

    “Israel apostou na vacina e hoje é uma referência mundial [da vacinação contra o novo coronavírus] porque eles partiram na vacina. Em relação a esse medicamento, vou utilizar os mesmos argumentos do presidente Bolsonaro que, em outras ocasiões, defendeu quando se pretendia aprovar a Coronavac: tem que passar pela Anvisa. Mas não se passa para aprovação sequer emergencial algo que está no primeiro passo. 30 pessoas foram testadas, das quais em 29 o resultado foi considerado muito bom para casos mais graves”, disse.

    “Está apenas na fase um e não se tem [a aprovação] nem em Israel para uso emergencial. Então isso não vai passar na Anvisa. Se passar, vai ser uma completa aberração. (…) tenho a impressão de que o presidente está se precipitando, isso pode criar uma esperança no cidadão, dando a impressão de fato que já semana que vem, daqui a 30, 40, 50, 60 dias vai ter esse spray à disposição. E não é verdade. A Anvisa não vai aprovar certamente neste preciso momento um spray, um medicamento que foi testado em 30 pessoas.”

    O Liberdade de Opinião tem a participação de Sidney Rezende e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

    Sidney Rezende no quadro Liberdade de Opinião
    Sidney Rezende no quadro Liberdade de Opinião
    Foto: CNN (16.fev.2021)

    As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN ou seus funcionários.

    (Texto publicado por Natália Flach)