Brasil registra 1.593 mortes em 24 h e chega a 512.735 óbitos por Covid

De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), foram registrados mais 64.134 casos da doença, levando o total para 18.386.894

Mulher acompanha enterro da mãe, que morreu de Covid-19, em cemitério do Rio de Janeiro
Mulher acompanha enterro da mãe, que morreu de Covid-19, em cemitério do Rio de Janeiro Foto: Pilar Olivares/Reuters (31.mar.2021)

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo

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O Brasil registrou 1.593 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, e agora confirma 512.735 óbitos por causa da doença, segundo números do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados neste sábado (26). Também nas últimas 24 horas, o país confirmou 64.134 infecções. Desde o início da pandemia, o Brasil já registrou 18.386.894 casos de Covid-19. 

Com os novos números, houve uma redução na média móvel de mortes em sete dias: passou de 1.806 na sexta-feira (25) para 1.705 neste sábado. A média móvel de casos é de 71.878 ocorrências. 

Até o momento, seis estados brasileiros já registraram mais de um milhão de casos de Covid-19. São eles São Paulo, Minas Gerais, paraná, rio Grande do Sul, Bahia e Santa Catarina. 

O estado de São Paulo lidera o ranking de mortes em números absolutos, com 125.916 óbitos, seguido por Rio de Janeiro (55.153) e Minas Gerais (45.718). 

Denúncias envolvendo a compra das vacinas Covaxin

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia na sexta-feira (25), o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) apresentou aos senadores documentos que supostamente comprovariam irregularidades nas negociações entre o governo brasileiro a empresa Precisa Medicamentos na compra de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech. 

A versão de Miranda foi corroborada por seu irmão, Luis Ricardo, que é funcionário do Ministério da Saúde e que identificou diferenças entre o contrato assinado pelo governo federal e os documentos enviados à pasta para a aprovação da importação do imunizante. 

Segundo o parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria sido alertado por ele e seu irmão das suspeitas de irregularidades em reunião presencial no dia 20 de março. O presidente teria dito que encaminharia as denúncias para a Polícia Federal, mas teria avisado Miranda que se tratava de “um rolo” do deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara dos Deputados. 

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